Desejo materializado em meio desconexo
Matéria minha em terra transformada
Transfiguro em minha nobre espécie
Espécie, tipo em rara carne vermelha exposta
Posta pele sobre a mesa negra
Nega a mais nova ideia de excitação
Estação reprimida em cálculos matemáticos
Didaticos dialetos impulsivos a vontade
Tardia e atenciosa, lenta e carnal linguagem
Miragens de língua inquietas bocas liquidas
Pequeninas líricas recitadas em canal auditivo
Lasciva vontade emoldurada, nudez remediada
Aliciada ao espelho da alma filosófica desnuda
Muda boca, berrantes pernas para o ar condicionado
Condicionando meu tormento acariciado em velhos dias
Dia engolido pela boca da noite remetente volúpias lunar
Andar e andar pela casa sugadora de suor ventanias
Ias e vinhas rastejando os dedos sobre a cerâmica encerada
Baseada em meu passado riscado nas pegadas deixadas
Das mais imorais palavras pronunciadas na boca da sorte
Morte da cena proibida mordaça ao desejo que vem da calça
Causa impulsos na cabeça e lateja minha vontade
Verdade é onde devo desaguar meu passado largado.
Suado lençol que envolve o corpo magro seca o gozo esquecido ao chão.
Pão, pedaço de pano de palha deitado esquece a mulher que nua correu e esqueceu vestidos de seda.
Matéria minha em terra transformada
Transfiguro em minha nobre espécie
Espécie, tipo em rara carne vermelha exposta
Posta pele sobre a mesa negra
Nega a mais nova ideia de excitação
Estação reprimida em cálculos matemáticos
Didaticos dialetos impulsivos a vontade
Tardia e atenciosa, lenta e carnal linguagem
Miragens de língua inquietas bocas liquidas
Pequeninas líricas recitadas em canal auditivo
Lasciva vontade emoldurada, nudez remediada
Aliciada ao espelho da alma filosófica desnuda
Muda boca, berrantes pernas para o ar condicionado
Condicionando meu tormento acariciado em velhos dias
Dia engolido pela boca da noite remetente volúpias lunar
Andar e andar pela casa sugadora de suor ventanias
Ias e vinhas rastejando os dedos sobre a cerâmica encerada
Baseada em meu passado riscado nas pegadas deixadas
Das mais imorais palavras pronunciadas na boca da sorte
Morte da cena proibida mordaça ao desejo que vem da calça
Causa impulsos na cabeça e lateja minha vontade
Verdade é onde devo desaguar meu passado largado.
Suado lençol que envolve o corpo magro seca o gozo esquecido ao chão.
Pão, pedaço de pano de palha deitado esquece a mulher que nua correu e esqueceu vestidos de seda.